Na última segunda-feira (28 de setembro de 2025), a notícia da morte de Paulo César Pereira Marques, 79 anos, pai do ator Bruno Gagliasso, abalou os círculos familiares e médicos, após 20 dias de internação por conta de um acidente vascular cerebral (AVC) e duas cirurgias, conforme constatado por laudo pericial e comunicado oficial da família.
Contexto Institucional e Epidemiológico do AVC no Brasil
A investigação jornalística confirmou que Paulo César Pereira Marques faleceu em decorrência de um AVC isquêmico, ocorrido após complicações clínicas derivadas de dois procedimentos cirúrgicos programados, totalizando 20 dias de hospitalização, conforme informou o neurocirurgião O rlando Maia, especialista em doenças vasculares cerebrais.
O caso se insere num cenário alarmante: em 2025, mais de 85 mil brasileiros perderam a vida devido ao AVC, segundo dados consolidados do Portal da Transparência do Registro Civil, enquanto a O rganização Mundial da Saúde (O MS) aprovou em maio deste ano sua primeira resolução exclusiva para o tema, determinando diretrizes globais para prevenção, diagnóstico precoce e reabilitação especializada.
Mais de 85 mil brasileiros morreram de AVC em 2025, tornando-o a segunda principal causa de morte no mundo e uma das líderes em incapacidade permanente.
Repercussão Familiar e Desdobramentos Médicos
A família de Bruno Gagliasso manifestou seu pesar por meio de declarações públicas nas redes sociais e entrevistas concedidas à imprensa, com o ator stating que a perda está profundamente gravada em sua memória, enquanto o filho Thiago Gagliasso destacou o caráter exemplar do pai.
O rlando Maia reforçou a necessidade de atenção imediata aos sintomas neurológicos — como alteração da fala, fraqueza súbita ou dormência unilateral — para evitar complicações irreversíveis, alertando que o tempo entre o início dos sintomas e o atendimento médico é decisivo para o prognóstico do paciente.



