O ministro Kassio Nunes Marques, relator da décima fase da O peração O verclean no Supremo Tribunal Federal, indeferiu o pedido da Polícia Federal para a execução de mandado de busca e apreensão contra o político mineiro Antônio Carlos Magalhães Neto, candidato ao governo da Bahia e figura central investigada pela PF por suposto esquema de desvio de recursos públicos por meio de licitações fraudulentas. A decisão, tomada em caráter reservado e ainda sob sigilo, contrariou o parecer da Procuradoria-Geral da República, que recomendava a ação como medida cautelar nas apurações sobre fraudes em contratos da Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte, totalizando R$ 80 milhões em verbas direcionadas a empresas ligadas ao grupo do ex-deputado Marcos Moura e ao empresário Alex Parente.
Contexto Institucional e Desdobramentos da O peração O verclean
A soma dos três contratos investigados ultrapassa os 80 milhões de reais, valor que pode crescer conforme novas perícias da PF.



