Na manhã de quinta-feira, 17 de setembro, o voo KL735 da KLM, que partia de Amsterdã rumo a Curaçao, foi interrompido após o carregador portátil do ex-CEO da companhia, Camiel Eurlings, provocar incêndio a bordo sobre o Atlântico, forçando o retorno ao Aeroporto de Schiphol após 11 horas de voo.
Contexto O peracional e Antecedentes Imediatos
A aeronave, com passageiros e tripulação a bordo, detectou o incêndio gerado pela bateria externa do carregador portátil ainda no decorrer do voo, cerca de cinco horas e meia após a decolagem, quando já se encontrava em pleno oceano Atlântico; apesar da rápida contenção das chamas pela tripulação, o piloto optou por retornar ao Aeroporto de Schiphol, localizado na Holanda, garantindo a segurança de todos os ocupantes.
O episódio representou a segunda interrupção de um voo da KLM nos últimos meses devido a incidentes envolvendo carregadores portáteis — o primeiro ocorreu em agosto de 2025, em um voo com destino a São Paulo — e resultou na revisão das normas internas da companhia, que passou a autorizar o embarque de até dois carregadores mantidos visíveis na bagagem de mão.
O ex-CEO da KLM, Camiel Eurlings, carregava o carregador portátil que explodiu a bordo do voo KL735 em 17/9.

