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Carregador de KLM explode, avião retorna após 11h de voo sobre Atlântico

PorLorena PachecoVerificadoOrtografia IAPublicado Há 55 min
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Carregador de KLM explode, avião retorna após 11h de voo sobre Atlântico
Fatos Rápidos da Notícia
  • Um carregador portátil pegou fogo a bordo do voo KL735 da KLM, que partiu de Amsterdã para Curaçao em 17/9, forçando o retorno ao Aeroporto de Schiphol após cerca de 11 horas de voo.
  • O ex-CEO da KLM, Camiel Eurlings, estava carregando o carregador portátil durante o voo e sofreu ferimentos leves após a explosão da bateria externa.
  • O incidente marcou a segunda interrupção de um voo da KLM devido a um carregador portátil em menos de um mês, após outro episódio em agosto de 2025, e levou à revisão das normas internas da companhia, que passou a permitir o embarque de até dois carregadores mantidos visíveis na bagagem de mão.
Resumo Editorial

O retorno forçado do voo KL735,11 horas após o incêndio provocado pelo carregador do ex-CEO na bateria, expõe o risco de novos incidentes e a urgência da revisão das normas de segurança da KLM.

Na manhã de quinta-feira, 17 de setembro, o voo KL735 da KLM, que partia de Amsterdã rumo a Curaçao, foi interrompido após o carregador portátil do ex-CEO da companhia, Camiel Eurlings, provocar incêndio a bordo sobre o Atlântico, forçando o retorno ao Aeroporto de Schiphol após 11 horas de voo.

Contexto O peracional e Antecedentes Imediatos

A aeronave, com passageiros e tripulação a bordo, detectou o incêndio gerado pela bateria externa do carregador portátil ainda no decorrer do voo, cerca de cinco horas e meia após a decolagem, quando já se encontrava em pleno oceano Atlântico; apesar da rápida contenção das chamas pela tripulação, o piloto optou por retornar ao Aeroporto de Schiphol, localizado na Holanda, garantindo a segurança de todos os ocupantes.

O episódio representou a segunda interrupção de um voo da KLM nos últimos meses devido a incidentes envolvendo carregadores portáteis — o primeiro ocorreu em agosto de 2025, em um voo com destino a São Paulo — e resultou na revisão das normas internas da companhia, que passou a autorizar o embarque de até dois carregadores mantidos visíveis na bagagem de mão.

Ponto de Destaque

O ex-CEO da KLM, Camiel Eurlings, carregava o carregador portátil que explodiu a bordo do voo KL735 em 17/9.

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