Na noite de quarta-feira (7/10), o juiz Gustavo de Castro Campos, de 45 anos, foi encontrado morto carbonizado dentro de uma SUV Volvo em chamas na zona rural de São João da Boa Vista, interior de São Paulo, após trabalhadores rurais utilizarem para apagar o incêndio no veículo.
Contexto Institucional e Procedimentos de Investigação
O corpo do magistrado foi localizado por operários que identificaram o veículo por meio da carteira de motorista e do galão de gasolina carbonizado ao interior da SUV, conforme relato da Polícia Militar; o caso, inicialmente classificado como morte suspeita, está sob investigação da Polícia Civil sem que tenha sido determinada a causa oficial do óbito até o momento.
O juiz Gustavo de Castro Campos havia sido nomeado no TJSP em 2014 como magistrado substituto da 14ª Circunscrição e assumiu a titularidade da 2ª Vara da Comarca de Mococa em exercício legal regular desde 2019, com atuação consolidada na gestão de demandas complexas do Poder Judiciário estadual.
O magistrado morreu carbonizado em uma SUV Volvo no interior de São Paulo após trabalhadores rurais utilizarem para apagar as chamas.
Repercussão Institucional e Diretrizes Futuras
A Secretaria de Segurança Pública e o Ministério Público do Estado de São Paulo acionaram equipes técnicas para análise pericial do local do crime, enquanto o Presidente do TJSP, Desembargador Luiz Antônio Salgado, decretou luto oficial no órgão e determinou a suspensão temporária das atividades na 2ª Vara de Mococa para preservação da dignidade do magistrado.
As investigações seguem com foco na apuração técnica do incêndio, incluindo análise de possíveis resíduos acelerantes e dinâmica do veículo, sem que tenha sido confirmada até o momento qualquer hipótese criminal ou suicídio, mantendo-se aberta a possibilidade de acidente ou foul play.



