Na noite de quarta-feira (30/9), por volta das 23h45, um menino de 10 anos e sua mãe foram atropelados por um policial civil que dirigia uma viatura descaracterizada no cruzamento da Avenida Cruzeiro do Sul com a rua Pedro Vicente, no distrito do Canindé, São Paulo; a criança permanece em estado grave com trauma craniano e está submetida à cirurgia na manhã de quinta-feira, enquanto a mãe segue em estado estável no Hospital das Clínicas.
Apuração Criminalística e Contexto Imediato da Colisão
As primeiras apurações indicam que o acidente ocorreu durante o trajeto da mãe e do filho, que atravessavam a via quando colidiram com o veículo do agente, cuja descaracterização sugere possível uso não autorizado da viatura oficial; testemunhas relataram que o condutor exibia sinais presumíveis de embriaguez, embora ainda não haja laudo pericial definitivo sobre a presença de álcool no organismo do policial.
Conforme informado pelo Samu, as vítimas foram rapidamente encaminhadas ao Hospital das Clínicas, onde o estado de saúde do menor foi diagnosticado como grave devido a traumatismo craniano fechado, exigindo intervenção cirúrgica imediata na manhã subsequente.
O menino de 10 anos encontra-se em estado grave após sofrer traumatismo craniano em colisão com viatura policial descaracterizada.
Repercussão Institucional e Desdobramentos Jurídicos
A Corregedoria da Polícia Civil assumiu o caso e instaurou procedimento investigativo para apurar a conduta do agente, com especial foco na possível infração disciplinar decorrente do uso indevido da viatura e na suspeita de embriaguez durante o exercício da função pública.
A Justiça já acionada pela nº 2 da Segurança Pública deve avaliar eventuais medidas cabíveis, incluindo eventual responsabilização criminal e administrativa do policial, enquanto o Ministério Público poderá intervir para garantir a apuração imparcial e a proteção dos direitos da família.



